Pedido, entrega, recebimento e a papelada fiscal no mesmo lugar — sem planilha paralela e sem pagar por módulo que você não usa.
Quem produz e entrega conhece a cena: o pedido está no caderno, o valor a receber numa planilha, o freezer emprestado na memória de alguém, e a classificação fiscal do produto só o contador sabe. Quando o cliente liga perguntando, ninguém tem a resposta na hora.
Tudo que está listado abaixo já está funcionando e em uso todos os dias.
Em aberto ou faturado, em expedição ou entregue, pago ou vencido. Três situações independentes, porque na prática elas andam separadas.
Prazo, vencimento e atraso calculados sozinhos a partir da venda. O que vence essa semana aparece antes de virar problema.
NCM, CEST, CFOP, CST e CSOSN, origem, regime tributário e grupos tributários por produto. A parte chata, resolvida no cadastro — e conferida antes de o produto entrar numa venda.
Vários equipamentos por cliente, com data de instalação e retirada. No relatório você filtra só quem tem freezer e confere se o consumo justifica o equipamento.
Troca de empresa pelo menu, com os dados de cada uma separados. Quem acessa uma não enxerga a outra.
Digite o CNPJ e o sistema busca razão social, endereço, inscrição estadual e CNAE. Recibo da venda em PDF sai com um clique.
O Opperi não nasceu numa reunião de produto. Nasceu dentro de uma indústria que precisava saber quanto tinha a receber, qual pedido ainda não saiu e onde está cada equipamento emprestado. Cada tela existe porque faltou em um dia de trabalho.
É por isso que ele não pede vinte campos para registrar uma venda, e é por isso que a parte fiscal é levada a sério: quem vive de nota fiscal sabe o tamanho do problema quando o cadastro está errado.
Me chama no WhatsApp e a gente conversa sobre o que você precisa. Sem formulário, sem robô, sem ligação de vendedor depois.
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